
Isso é o que eu chamo de convite de casamento.

Boa ideia!

“Em 50 minutos, terminou com gosto de ejaculação precoce o show do duo britânico The Ting Tings (…)”.
Aham! Sei!
Bom, estive lá e sou obrigado a reconhecer que todos os shows foram curtos. Não mais do que 1h. Uma sequência de coitos interrompidos. Coisa assim… “de péssimo gosto” mesmo.

Bela cagada!
Divulgação do filme apocalíptico ganha peça criativa.

“Essa peça curiosa acima faz parte da mega campanha de divulgação do filme “2012”, dirigido por Roland Emmerich (“Independence Day”). Esse anúncio foi instalado no metrô do Rio de Janeiro, na entrada da estação Cantagalo. A idéia é que o túnel se rompeu e será inundado e que todo mundo vai morrer.
No filme, em dezembro de 2012 com o alinhamento da Terra com os outros planetas, o mundo começa a sofrer uma série de catástrofes que começam a torná-lo quase inabitável, resultando em uma morte massiva de seres-vivos por todo planeta. O governo dos Estados Unidos então decide construir arcas insubmergiveis para salvar uma parte da população, para depois reconstruir novamente a civilização. O filme também leva em consideração as profecias Maias que citaram três ciclos diferentes do fim do mundo. 10 anos.
O elenco é liderado por John Cusack (“Guerra S.A.: Faturando Alto”), e inclui Amanda Peet (“Arquivo X: Eu Quero Acreditar”), Woody Harrelson (“Expresso Transiberiano”), Thandie Newton (“W.”), Danny Glover (“Ensaio Sobre a Cegueira”), Chiwetel Ejiofor (“Cinturão Vermelho”) e Oliver Platt (“Frost/Nixon”).
A estreia no Brasil está prevista para 13 de novembro.”

Boa ideia!
Homem se passa pelo presidente Lula e dá entrevista a rádio da Austrália
Redação Portal IMPRENSA
Uma pessoa ainda não identificada se passou pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e deu entrevistas para emissoras de rádio no exterior.
Segundo o Blog do Boleiro, de Luciano Borges, na última segunda-feira (2), emissoras que mantêm programas em língua portuguesa, como a SBS, da Austrália, e um canal estatal no Timor Leste, receberam um email de um suposto assessor de Lula, chamado Caio Martins, oferecendo uma entrevista individual com o presidente.
De acordo com o e-mail – que continha vários erros de pontuação e grafia – Lula estaria preocupado em tranquilizar estrangeiros quanto à questão da segurança no Rio de Janeiro (RJ) durante as Olimpíadas de 2016. A justificativa do contato por email seria o fuso horário.
Na manhã desta sexta-feira (6), mesmo desconfiada, a jornalista gaúcha Beatriz Wagner, produtora executiva do programa de língua portuguesa da SBS, fez a entrevista com o falso Lula. O falso assessor, chamado Caio Martins, afirmou que o presidente ligaria para o estúdio da emissora, direto do Palácio do Planalto, em Brasília (DF).
Beatriz falou por 23 minutos com um homem com a voz idêntica à de Lula e com um jeito de falar parecido, informou o Blog do Boleiro. O homem falou sobre as Olimpíadas e, perguntado sobre outros temas, o falso Lula não soube responder direito.
Na ocasião, o suposto Lula chamou o presidente norte-americano, Barack Obama, “meu amigo escurinho”, e ao comentar sobre a crise financeira mundial, disse que “o mundo teve que nos engolir goela abaixo”. A jornalista consultou o cônsul geral na Austrália, Kywai de Oliveira, e o diplomata estranhou o teor da entrevista.
Além disso, no momento em que conversaram o verdadeiro Lula estava dentro do avião, retornando da Inglaterra. Ao consultar correspondentes do Brasil, a jornalista descobriu que Caio Martins havia oferecido a mesma entrevista ao serviço de língua portuguesa da Rádio Canadá, em Montreal.
Procurada pelo Portal IMPRENSA, a assessoria de imprensa da Presidência da República informou que não estava ciente sobre o caso e que irá se pronunciar oficialmente após averiguar o incidente.
TEM CABIMENTO?

Bela cagada!
Leiam aqui um texto bastante interessante da revista Língua Portuguesa sobre os limites da insensibilidade explorados na publicidade e o viés negativo gerado por algumas ideias “criativas”. Um deles eu já havia mencionado aqui (o da Unimed), mas o texto traz vários outros exemplos. Chamo atenção especial para o caso da seguradora carioca SINAF. Eu já tinha visto alguns outdoors medonhos da empresa nas ruas cariocas e o texto apresenta mais alguns exemplos deles.
Recentemente, em Porto Alegre, eu comentei com um colega que trabalha com produção de vídeos que os outdoors e as peças publicitárias em geral que eu via na cidade eram relativamente fracos. Ele me lembrou de que esta é uma característica intrínseca a muitos anunciantes “locais” da cidade, que não investem tanto em propaganda. E, se lá eu achei o panorama da publicidade local ligeiramente meia-boca, no Rio de Janeiro a coisa é ainda pior. É claro que, no Rio, há agências que criam campanhas excepcionais para clientes multinacionais, nacionais, e mesmo para alguns locais. Mas é incrível como, no geral, não se faz publicidade boa e barata (nem mesmo em grandes capitais como o Rio de Janeiro ou Porto Alegre). Não acho que a falta de investimento seja uma justificativa para isso porque temos N exemplos de criações simples, baratas e eficientes. Acho que é mais uma questão de miopia publicitária mesmo, de falta de competência. Se não das agências, dos clientes. E pensar que o mercado hoje é tão saturado… (de gente influente e bem indicada, mas que não tem a menor noção do que faz).


Bela cagada!

Esse anúncio para a Asthma Foundation, da Nova Zelândia, usa o plástico que envolve as revistas para reproduzir o efeito de sufocamento causado pela asma. Help New Zealand children breathe easier é a mensagem, que incentiva a doaçao de dinheiro para a fundaçao. Criaçao da Ogilvy Auckland. Acho até um pouco abusivo e, definitivamente, não funcionaria no mercado brasileiro. Mas ainda assim é uma boa ideia.

Boa ideia!
Escolha um vídeo no youtube. Substitua o “watch” da url por “warp.swf” e deixe o resto igual. ENTER!
Não sei se onde vem essa ferramenta, se tá em teste, se já é coisa velha… não sei de nada. Só sei que achei bem interessante. É como uma conversa: você começa falando de bananas e termina falando de Anita Malfatti.

Boa ideia!

Ninguém merece mais essa falta de referência, não é mesmo? O pior é que a capa original é super conhecida. Adoro o tema “e-books” e toda a polêmica que o cerca. Dava pra ter explorado de umas 748 mil formas diferentes.
A capa é de 09/10/09 e, segundo a própria Ed. Globo, foi uma “referência” à capa da Newsweek mesmo. Uma “cópia declarada”. Isso, lá de onde eu venho, se chama cara-de-pau.

Bela cagada!
Do lado de fora, o Marquis Marriott de Atlanta (EUA) é um hotel comum.

Do lado de dentro… a coisa já é mais espacial, hehehe:





Cool, han?!
